Análise: A substituição de Arruda por Jofran Frejat

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Por Francisco Paula Lima Júnior

Acredito que foi a melhor decisão. Não quero discutir razões, motivos e momentos. As coisas acontecem quando tem que acontecer, e pronto. O fato é: não se faz política sem militância. O PT, aquele de antes do poder, sabe bem disso. Convenceu “meio mundo” de que tinha a “formula mágica” para todos os males do país, com um simples “toque do Midas Lula”. Claro que isso não se confirmou e vemos os resultados hoje. O que era militância transformou-se, parte em decepcionados que não mais encontram “energia moral” sequer para fazer balançar bandeiras vermelhas, e outra parte em prestadores de serviços ou terceirizados indicados por “cumpanhêros” no mais danoso aparelhamento da máquina pública que se tem conhecimento no país.

Voltando ao episódio Arruda/Jofran, teremos nas ruas do DF, de hoje até o dia das eleições, as duas correntes de militantes mais fortes do DF: rorizistas e arrudistas. Além disso, são as duas correntes de militantes que fazem jus ao nome “militantes”. Some-se a isso, a rejeição ao atual governo dos que não fazem parte desses dois grupos. Confiram nas pesquisas a rejeição ao governador Agnelo.

O alvo agora, para Jofran e Agnelo é Rollemberg. A “palavra de ordem” desses dois é segurar Rollemberg a todo custo. Se ele passar para o 2º turno a coisa complica para ambos. Se ele não chegar lá, é quase certo termos o Pt fora do GDF e, mais uma vez, confirmada a força do rorizismo, desta vez somada ao novo “arrudismo”.

As eleição estão chegando, peguem seus lugares, e seu título de eleitor e façam suas apostas, que a democracia agradece!

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