Dilma e o PT foram para o espaço

 

Carlos Augusto Pinto é Jornalista Profissional – MTPS/RJ 1184JP, SJP/DF 1759, foi repórter das rádios Tupi e Nacional (Rio), Globo (SP) , Jornal do Commercio, Última Hora e Jornal dos Sports (Rio); Manchete (Rio e Recife), Fatos, Ele & Ela, Tendência (Rio); repórter político desde 1987 em Brasília. Soltou pipa, foi baloeiro, jogou bola de gude, frequentou o Maracanã e as noites da saudosa Cidade Maravilhosa.

Por Rócio Barreto

 

A onça foi beber água na beira do rio político e se engasgou. Não tem mais jeito. Dilma Vana Roussef falou, falou, falou e não dobrou ninguém.

De terça para quarta poderá recolher para o seu currículo no máximo mais uns dois votos, o que totalizaria 22 ou 23 aliados dispostos a salvá-la do impeachment. Dilma verá  – de onde estiver – um caminhão partidário, quase desgovernado, retirando o seu parco legado político.

O PT  não morrerá com Dilma. Vai abandoná-la nos próximos três ou quatro dias.  Mas o Partido dos Trabalhadores corre o risco de morte político/partidária se não se reinventar. E não será fácil.

As horas se passam e o peemedebista Michel Temer  arruma as malas para viajar à China na condição de presidente da República de fato e de direito.

Da plateia o seu inventor Luiz Inácio Lula da Silva, premiado com um indiciamento na Polícia Federal vê a banda petista passar ao lado de Chico Buarque, o cantor, o artista, o antigo lulista e agora dilmista desanimado.

Para aqueles que entendiam ser possível um milagre senatorial resta aceitar que nada como foi será para petistas e comunistas daqui por diante.

 

*Os artigos aqui publicados são de autoria do colunista e não refletem, necessariamente, a linha editorial do blog.

 

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