A terceira via ioiô. Ou: O tricampeonato da esquerda brasiliense

Foto: Reprodução/Internet

 

Por Fred Lima

 

Como todos já sabem, o deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF), que teve o nome aclamado pela terceira via para concorrer ao Palácio do Buriti, agora recuou, e Izalci Lucas (PSDB-DF), que tinha sido preterido, voltou a ser o cabeça de chapa. Que vai e vem confuso!

A falta de lealdade e firmeza vem marcando a pré-campanha ao governo. Jofran Frejat (PR) decidiu não disputar. Depois, disse que não sabia se a decisão era permanente. Ontem, resolveu dizer que combateu o bom combate e não volta mais.

Desde 2010, a esquerda vem liquidando as eleições por causa da instabilidade política e jurídica da direita. Joaquim Roriz e José Roberto Arruda, barrados pela Lei da Ficha Limpa, nunca deveriam ter sido candidatos.

Frutos da oligarquia, Weslian Roriz e Flávia Arruda foram bonecas de ventríloquo nas mãos de seus maridos e perderam as eleições.

Neste ano, a oligarquia política deu lugar às trapalhadas. Começou com a terceira via e terminou com Frejat. Desse jeito, a esquerda pode continuar no poder, com Rodrigo Rollemberg ou outro nome.

O tricampeonato (2010, 2014 e 2018) seria a coroação do ciclo esquerdista. Impopular até aqui, a era sobrevive com a ajuda da direita, que só falta avisar ao adversário o lado que vai pular para agarrar o pênalti.

Assim vira freguês.

 

Da Redação

 

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