União PT-PSB em alguns estados pode amenizar discurso da herança maldita no DF

 

Por Fred Lima

 

Além do acordo nacional firmado com o PT para se manter neutro na disputa presidencial, o diretório regional do PSB na capital pode optar pela moderação ao se referir ao governo de Agnelo Queiroz. Alvo dos socialistas para explicar o caos financeiro nos anos de 2015 e 2016, o PT-DF sempre rebateu a acusação alegando que deixou dinheiro em caixa.

O que está em jogo em Brasília é o segundo turno da eleição. Se atacar a administração passada, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) perderá os votos da esquerda, caso consiga ir à segunda etapa do pleito. Por isso, as críticas à gestão de Agnelo devem ser amenizadas. A falta de dinheiro poderá ser explicada utilizando a crise econômica nacional, que afetou todos os estados.

A união PT-PSB para isolar Ciro Gomes na corrida ao Planalto abriu o caminho para a aliança das duas legendas em alguns estados. No DF, isso não deve ocorrer no primeiro turno, mas se tiver que optar no segundo entre Rodrigo e um candidato da direita, as fortes ligações do PT com o partido do governador em eleições passadas deve falar mais alto.

 

Da Redação

 

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