Apelidado de ‘PC Farias’, Marcelo Nóbrega pode ser uma dinamite na cadeira do governador

Foto: Reprodução

 

Por Fred Lima

 

O homem honesto é cauteloso em suas amizades, mas o caminho dos ímpios o leva a perder-se. (Pv 12:26)

 

O texto bíblico é uma clara referência ao governador do DF, Rodrigo Rollemberg (PSB), que viu o seu governo cair na vala comum da suspeição na manhã desta terça-feira (07/8), após a Operação 12:26, da Polícia Civil. Batizada de “Mãos Limpas”, a coligação de reeleição do chefe do Buriti foi lançada ontem (6), utilizando o marketing puritano de governo ético e ficha limpa. Com a 12:26, o tiro saiu pela culatra.

Não é a primeira vez que escândalos de corrupção estouram na gestão socialista. Além das operações da PCDF em março deste ano na Secretaria de Mobilidade Urbana, foi na Secretaria de Saúde onde ocorreu a maior de todas as suspeitas de malfeitos na atual administração, que culminou com a CPI da Saúde. E mais uma vez, Marcelo Nóbrega, homem de confiança do governador e da primeira-dama, Márcia Rollemberg, acaba sendo um dos alvos da polícia.

Alguma coisa estranha se passa com Marcelo, tanto na Secretaria de Saúde quanto na Casa Civil. Não seria ele o ímpio que estaria levando o governador à perdição? No meio político, alguns se referem ao assessor especial como o “PC Farias” da família Rollemberg, que atua nos bastidores em defesa de interesses escusos.

Foi-se o discurso da ética governamental. Três suspeitas colocam em xeque o marketing eleitoral criado pela campanha do governador: a CPI da Saúde, a lista da JBS e a 12:26.

 

Da Redação         

 

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