O salto alto na corrida ao GDF

 

Por Fred Lima

 

Não há nada mais prejudicial para um candidato que a bajulação de seu staff político e de seus cabos eleitorais. Foi por conta disso que o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) insistiu em manter distância da classe política no início de seu governo, comprometendo a governabilidade de sua gestão. Ademais, certos setores da imprensa também foram demonizados pelo núcleo do Buriti.

Na eleição deste ano, a história vem se repetindo em algumas coligações. Eleição só se ganha após a apuração e divulgação de todos os votos, ou será que se esqueceram do comitê da vitória montado pela campanha do então governador candidato à reeleição, Cristovam Buarque, antes da proclamação do resultado? Deu no que deu.

Salto alto em um pleito pulverizado como o atual, onde os quatro primeiros colocados na última pesquisa divulgada estão tecnicamente empatados, é suicídio político na certa.

Em vez de ouvir os bajuladores de plantão, interessados em uma “boquinha” no novo governo, os candidatos deveriam optar por profissionais que lhes dizem a verdade. Já dizia Santo Agostinho: “Prefiro os que me criticam, porque me corrigem, aos que me elogiam, porque me corrompem”.

 

Da Redação

 

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