OPINIÃO: O leãozinho e os jumentos

Foto: Reprodução

 

Por Karen Gualberto

 

O sabe-tudo Caetano Veloso escreveu hoje um artigo para o New York Times (aquele periódico para quem Lula também já deixou preciosas linhas de seu pensamento). Ouso dizer que se trata de uma das coisas mais desonestas que já li em toda a minha vida. Nalguns momentos quase vomitei o delicioso petit gateau que havia devorado de sobremesa tal Caetano a Leonardo di Caprio. Mas divago.

O título já anuncia o que virá adiante: “tempos sombrios que estão chegando”. Quase pus um casaco quando li isso. Que medo, não? E ainda fiz umas contas. Me acompanhem. Se cada brasileiro tivesse doado 1 real para cada vez que um esquerdista escreveu “tempos sombrios” nas redes sociais durante essas eleições, aposto que daria tranquilamente para cobrir o rombo da Petrobrás, concordam?

Depois o cantante falou em “onda de medo e ódio”, outro clichê que cobriria o rombo do BNDES. Adiante, emendou que o Brasíl está longe de ser uma “sólida democracia” (ui ui ui), e, por fim criticou a violência com motivação política que tirou a vida de seu amigo capoeirista.

Tudo divino e maravilhoso, não? Já sobre a corrupção inédita na história do País praticada pelo governo que ele defende, sobre a crise sem precedentes, e mais ainda, sobre a facada que o candidato que lidera as pequisas levou de um ex-membro do PSOL, e que por pouco não tirou a sua vida, nada. zero, lona. Nem uma palavra. Violência só é violência quando a vítima está do lado “certo”.

Pois é, a esquerda virou isso aí. Uma panelinha Le Creuset em que bobalhões falam e escrevem para bobalhões. Pelo jeito, parece que o histórico sermão do intelectual petista Mano Brown não adiantou muita coisa.

Depois perdem eleições de goleada, e não sabem o porquê. Vai ver somos, de fato, um país com 50 milhões de fascistas.

 

Fonte: Facebook

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