CLDF: o perigo do vinho novo em odres velhos

 

Por Fred Lima

 

A eleição de 2018 para a Câmara Legislativa do DF revelou o anseio do eleitorado por renovação ao optar por novos nomes para defender a nova política na Casa. Só que não adianta alguns representarem o novo e acabarem cedendo à tentação do velho sistema, que seduz e mancha revelações que poderiam se destacar levantando a bandeira da ética pública.

O eleitor é implacável. Na eleição de 2014, ele optou também por certos nomes que ocuparam o parlamento pela primeira vez. Neste ano, muitos não conseguiram se reeleger. Ou seja, se houver descumprimento de propostas ou a tomada de um rumo diferente, o cidadão demitirá daqui quatro anos.

É bom que os novatos da próxima legislatura possam refletir sobre o que defenderam durante a campanha e o que farão no exercício do mandato, não somente eles, mas os nomes antigos também.

A nova Câmara será a mais fiscalizada da história. Após a eclosão da Operação Drácon, os holofotes voltaram para o Legislativo, e hoje, tanto a imprensa quanto a sociedade estão mais vigilantes que outrora.

 

Da Redação

 

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